Ginecologia

Radiofrequência na Ginecologia Regenerativa

Você já ouviu falar em ginecologia regenerativa, funcional e estética? Esse é o nome dado a um conjunto de procedimentos voltados para a saúde e a estética da região íntima da mulher, que pode sofrer alterações com o envelhecimento natural. Com a chegada da menopausa, os ovários deixam de produzir hormônios essenciais para a fertilidade e para a manutenção do bem-estar e do bom funcionamento da área genital.

A queda hormonal pode levar a problemas como atrofia genital, ressecamento vaginal, perda de colágeno e incontinência urinária, aumentando o risco de infecções recorrentes. Além disso, queixas estéticas, como escurecimento e flacidez da região íntima, também podem surgir. Outros fatores, como variações de peso, tratamentos oncológicos, traumas obstétricos e tabagismo, também podem impactar a saúde íntima da mulher.

O Papel da Radiofrequência

Semelhante ao laser, a radiofrequência estimula a produção de colágeno e é indicada para casos de incontinência urinária leve, atrofia ou frouxidão vaginal, falta de lubrificação, infecções de repetição, como candidíase e infecção urinária, e insatisfação com a aparência dos lábios vaginais, o que pode afetar diretamente a autoestima. O procedimento é confortável e atua através do aquecimento da mucosa, contraindo as fibras e estimulando a vascularização da região, o que melhora a circulação sanguínea e promove a regeneração dos tecidos.

Realizado por meio de ondas eletromagnéticas convertidas em calor, o tratamento proporciona excelentes resultados na incontinência urinária leve e na atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa e no pós-parto. A radiofrequência é uma opção segura e eficaz para o rejuvenescimento íntimo, promovendo mais conforto, bem-estar e qualidade de vida.